Hoje, agora, ao tentar me lembrar de um sonho, me lembrei desse, tentei mudar, lembrar de algum mais colorido, mas não consegui.
Ele se repetiu por diversas noites.
Sempre começava no aniversário do Gustavo, colega do colégio, eu ia até a frente a casa dele e via na porta, que era de vidro, uma sombra do lado de fora; assustada me virava para dentro da casa e via em cima de uma escada, que lá havia, um homem vestido de preto e com um chapéu, ele tinha o rosto do Marlin Mason, mas não era do personagem que eu tinha medo mas daquele ar irônico(até hoje eu tento definir o que ele representava).
Eu abria a mesma porta de vidro e tentava correr para fora, para a rua, mas não conseguia correr rápido, procurava pessoas mas era noite e não havia ninguém, tentava gritar e minha voz não saía, e eu sentia que ele estava me perseguindo. Sempre quando estava quase chegando no fim da rua, ele aparecia na esquina e quando eu voltava para o outro lado, lá estava ele.
Nunca teve um fim, um desfexo, talvez por isso se repetiu por tantas noites.
Quando via o M.M. na TV não gostava, pois tinha medo, não dele mas de lembrar da sensação do sonho.
Hoje ao me lembrar de tudo, não senti o mesmo medo, só uma vontade enorme de dar um soco nele.
T.
22/06/08
quinta-feira, 26 de junho de 2008
O Encontro
Estava em uma clareira aberta e cheia de árvores ao redor, um lugar de beleza estonteante e extremamente calmo. Resolvi correr pela clareira, isso me trouxe uma sensação muito agradável e quando cansei decidi deitar sobre a grama, que era tão macia e confortável; respirava fundo, isso me trazia uma sensação de leveza.
Nesse momento olhei para o lada e vi em uma longa e fina folha uma formiguinha e achei uma graça, fiquei a observando até o momento que uma trilha logo a minha frente me chamou atenção. Segui por essa trilha, através das altas árvores e logo a minha frente havia uma tronco bem grande no caminhoe tive que sentar para conseguir pulá-lo, depois dele já avistei uma outra clareira, dessa vez não tão clara, e eu sabia que algo especial aconteceria naquele lugar.
Ao chegar nela, uma nuvem encobriu o sol sobre minha cabeça, e ao voltar o rosto da nuvem para a clareira, observei do lado oposto a entrada de outra trilha de onde vinha um ser com forma humana, pensei que talves pudesse ser minha mãe, ou até eu mesma, mas era de cor acinzentada e tinha um tom bravo e até mesmo ignorante; ele se aproximou do centro da clareira e não consegui enxergar seu rosto (talvez não fosse tão importante); esse ser era meu crítico interior, que tantas vezes influência em minhas atitudes e pensamentos. Não tenho certeza se em todas elas, essa influência é ruim (por isso meio receio diminuiu e não senti tanto medo) mas acredito que pelo menos na grande maioria das vezes sim.
Então, perguntei porque ele fazia isso, e ele respondeu que na sociedade há regras e que ele existe para que eu possa me adequar à elas e para que as pessoas me aceitem; então eu disse que gostaria de tentar passar uma experiência sem ele, ele ficou um pouco triste pois não fazia aquilo por mal, e eu disse que quando eu estivesse satisfeita e decidida eu voltaria aquele lugar e ele saberia.
Voltei pela trilha e cheguei novamente a primeira clareira, havia um amontoado de grama, que se parecia até com uma rede, e ali eu fiquei.
T.
22/06/08
Nesse momento olhei para o lada e vi em uma longa e fina folha uma formiguinha e achei uma graça, fiquei a observando até o momento que uma trilha logo a minha frente me chamou atenção. Segui por essa trilha, através das altas árvores e logo a minha frente havia uma tronco bem grande no caminhoe tive que sentar para conseguir pulá-lo, depois dele já avistei uma outra clareira, dessa vez não tão clara, e eu sabia que algo especial aconteceria naquele lugar.
Ao chegar nela, uma nuvem encobriu o sol sobre minha cabeça, e ao voltar o rosto da nuvem para a clareira, observei do lado oposto a entrada de outra trilha de onde vinha um ser com forma humana, pensei que talves pudesse ser minha mãe, ou até eu mesma, mas era de cor acinzentada e tinha um tom bravo e até mesmo ignorante; ele se aproximou do centro da clareira e não consegui enxergar seu rosto (talvez não fosse tão importante); esse ser era meu crítico interior, que tantas vezes influência em minhas atitudes e pensamentos. Não tenho certeza se em todas elas, essa influência é ruim (por isso meio receio diminuiu e não senti tanto medo) mas acredito que pelo menos na grande maioria das vezes sim.
Então, perguntei porque ele fazia isso, e ele respondeu que na sociedade há regras e que ele existe para que eu possa me adequar à elas e para que as pessoas me aceitem; então eu disse que gostaria de tentar passar uma experiência sem ele, ele ficou um pouco triste pois não fazia aquilo por mal, e eu disse que quando eu estivesse satisfeita e decidida eu voltaria aquele lugar e ele saberia.
Voltei pela trilha e cheguei novamente a primeira clareira, havia um amontoado de grama, que se parecia até com uma rede, e ali eu fiquei.
T.
22/06/08
quarta-feira, 18 de junho de 2008
Primeira Página
Então fui até aquele jardim completo de flores de todos os tipos (flores altas que alcançavam meu nariz), estava descalça seguindo a trilha, haviam poucas árvores, o céu estava tão limpo e lindo, o sol tão gostoso e a brisa balançava suavemente as flores; pisei em um galinho mas continuei a trilha que dava numa natureza mais densa com flores menores dessa vez, e árvores altas com brechas entre os topos que dava para ver o céu.
Andando, encontrei um objeto no chão de formato bem quadrado e de cor marrom, o identifiquei como uma bússula que talvez mostrasse o caminho que eu deveria seguir porém decidi deixá-lo lá e prosseguir sem pensar em nada...mais a frente avistei uma clareira redonda em meio a mata e tinha uma pessoa parada, parecia que já me aguardava, quando me dei conta de quem era quase chorei de saudade, "porcopipa" era meu avô, então o abracei e brincamos como sempre fazíamos. Depois, antes de ir embora ele me disse: "A vida não é só isso".
Me senti tão bem, e voltei para o jardim onde encontrei minha cadeira, meu lugar e fiquei ali...assim...bem!
T.
Bosque dos Italianos
07/06/08
Andando, encontrei um objeto no chão de formato bem quadrado e de cor marrom, o identifiquei como uma bússula que talvez mostrasse o caminho que eu deveria seguir porém decidi deixá-lo lá e prosseguir sem pensar em nada...mais a frente avistei uma clareira redonda em meio a mata e tinha uma pessoa parada, parecia que já me aguardava, quando me dei conta de quem era quase chorei de saudade, "porcopipa" era meu avô, então o abracei e brincamos como sempre fazíamos. Depois, antes de ir embora ele me disse: "A vida não é só isso".
Me senti tão bem, e voltei para o jardim onde encontrei minha cadeira, meu lugar e fiquei ali...assim...bem!
T.
Bosque dos Italianos
07/06/08
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Primeiros Rabiscos
Diário de Bordo - 22/05/2008
Domingo, final da tarde, Bosque dos Italianos. O antigo recém formado grupo, compania, ou seja lá qual for a denominação que as pessoas queiram dar a esses seres humanos (?) que resolveram se (re)unir depois de alguns anos de intervalo, para espalhar um pouco dessa loucuarte que eles têm de sobra.
"Então é isso galera. Vamos escrever um Diário de Bordo. Cada um escreve o seu, coloca lá seu dia, escreva a respeito do retorno do grupo, do bosque, etc."
Hein??? Diário de Bordo??? Tá maluco Niltão? Não sou escritora não! Tá certo que há uns 4 anos atrás eu escrevi uma ceninha, não sei como, mas hj tá td enferrujado...
"Galera, escrevam o que vier na cabeça, escrevam!"
Puts Niltão, acho que não vai rolar... Não tenho o dom pra ser escritora. Até rabisco em uma agenda um pouco do meu dia-a-dia, mas nada muito profundo. Apenas relatos, sem essa história de impressões e sentimentos. Nem as emoções da minha cabeça eu consigo decifrar, seria impossível defini-las e coloca-las no papel!
"Vai lá galera. Vamos tentar. Não precisa mostrar pra ninguém, basta escrever o Diário".
O que? Não precisa mostrar pra ninguém? Agora sim to começando a gostar da idéia...
Antes de ir pra casa fiquei sabendo do que tinha acontecido com a Paulinha. Fiquei muito triste com td que ela e o Deco estão passando. Fui pra casa, ainda um pouco abismada. Sentei um pouco sozinha pra tentar digerir a história toda.
Muitos minutos depois, um pouco mais conformada, resolvi começar o meu "Para Casa".
Peguei um caderninho velho que utilizei algumas vezes pra colocar alguns pensamentos vagos e uma caneta BIC, cuja carga estava quase no fim. Eu sempre quis acabar com a carga de uma BIC. Quem nunca quis acabar com a carga de uma BIC ou usar até o fim uma borracha daquelas brancas que têm a capinha verde?
Empolgada com a possibilidade de deixar vazia a pobre caneta, abri o caderno e começei..."Diário de bordo"...
"Diário de Bordo".
Um título, bom começo.
Mas e depois?
Lembrei-me que o único diário de bordo que eu havia lido fo um que meus amigos da facul escreveram no carnaval em Votuporanga. Não mto criativo, com mtos ditados populares e piadinhas do tipo "eu como maça, Marília Pera", "eu tomo chá gelado, Clark Kent". Apesar da repetição, devo confessar que dei boas risadas! Muitas páginas com "acontecimento, desenrolo, conclusão". Com certeza o efeito de certos "líquidos embelezantes", como diriam eles, contribuiu para a formação daquele diário.
Sem mais divagações, voltei ao meu "Diário de Bordo". Quando fui me concentrar e pensar no que escrever lembrei do Niltão. Ele dizia: "escreva sem pensar, escreva sem parar, assim vc não dará chances ao seu crítico interior".
Hum....escrever sem pensar e sem parar...Vamos lá...
Minha caneta BIC estava quase tocando a folha do meu caderno.
"Trimmmm", "trimmmmm".
Meu celular.
"Alô, Rá?". "Alô?".
Era meu primo Raoni. Não ouvi nada do que ele disse, então resolvi ligar na casa dele. Minha madrinha atendeu e me disse que o Rá estava no camping ainda. Então vieram as palavras que ainda hj ecoam em minha cabeça...
"Carol, o Patrick sofreu um acidente"...
Pausa.
Aquela pausa que dispensa que o final da frase seja dito...
"Carol, o Patrick sofreu um acidente...e ele morreu".
O que? Morreu? Como assim morreu? Acabou? É isso? Acidente? Acidente do que? De carro?
Puta que pariu, caralho, filho da puta, vai tomar no cú, desgraçado!
Desculpa mãe. Eu também acho horrível mulher que fala palavrão, mas minha indignação e tristeza se exteriorizaram assim.
Liguei pro meu primo, ele e o Patrick eram amigos de faculdade. Domingo passado mesmo, no dia das mães, eu estava vendo as fotos de formatura do Rá e quando vi uma foto dele com o Patrick comentamos como ele era uma pessoa boa. Ele era mto agradável. Aquele tipo de gente que logo que vc conhece vc se sente a vontade e parece que são amigos há anos, sabe?
MORTE...esse tipo de coisa me revolta. Com tanta gente ruim no mundo, a morte escolhe as pessoas boas? De boa essa tal de morte não tem nada!
A indignação que senti hj foi bem parecida com a que senti alguns anos atrás em uma apresentação no Boldrini. Ao ver aquelas crianças inocentes, com uma vida toda pela frente, definhar em virtude do câncer, me revoltei. Meu coração deu um nó. Um nó que nem o pranto desatou. Um nó misto. Tristeza, revolta e mtas dúvidas. Sim, muitas d´puvidas.
Pq essas crianças?
Pq leucemia?
Pq metástase?
Pq o Patrick?
Pq a Paulinha?
Muitas pessoas dizem que o mundo está perdido. Que as pessoas mudaram seus valores. Que o bolso é mais importante que o coração. Que o "eu" é mais valioso que o "nós".
Será que essa loucura humana contagiou Deus? Será que os valores Dele tb estão inertidos?
Com todas essas questões, com todos os meus pensamentos inacabados, não tive condições de começar o meu "Diário de Bordo", nem de pensar no teatro, na música ou no bosque.
Apenas após 4 dias de noites mal dormidas, trabalhos inacabados e um pouco de introspecção foi que consegui começar o meu "Para Casa".
O primeiro dia de diário foi rabiscado em um chalé no meio do mato. Confesso que o ar puro da montanha, o cheiro da natureza e o canto doa pássaros me inspiraram a princípio.
Contudo, mesmo diante de toda essa beleza, a única coisa que consegui foi colocar alguns acontecimentos e pensamentos. Tudo muito desorganizado.
Um título e quatro páginas de total desorganização...já é um começo...
Ah, consegui também acabar de vez com a minha BIC!
Naturez, um título, quatro páginas de pensamentos desorganizados, e uma carga de BIC esvaziada.
Eu diria que é um bom começo para uma iniciante.
B.
22/05/2008
Domingo, final da tarde, Bosque dos Italianos. O antigo recém formado grupo, compania, ou seja lá qual for a denominação que as pessoas queiram dar a esses seres humanos (?) que resolveram se (re)unir depois de alguns anos de intervalo, para espalhar um pouco dessa loucuarte que eles têm de sobra.
"Então é isso galera. Vamos escrever um Diário de Bordo. Cada um escreve o seu, coloca lá seu dia, escreva a respeito do retorno do grupo, do bosque, etc."
Hein??? Diário de Bordo??? Tá maluco Niltão? Não sou escritora não! Tá certo que há uns 4 anos atrás eu escrevi uma ceninha, não sei como, mas hj tá td enferrujado...
"Galera, escrevam o que vier na cabeça, escrevam!"
Puts Niltão, acho que não vai rolar... Não tenho o dom pra ser escritora. Até rabisco em uma agenda um pouco do meu dia-a-dia, mas nada muito profundo. Apenas relatos, sem essa história de impressões e sentimentos. Nem as emoções da minha cabeça eu consigo decifrar, seria impossível defini-las e coloca-las no papel!
"Vai lá galera. Vamos tentar. Não precisa mostrar pra ninguém, basta escrever o Diário".
O que? Não precisa mostrar pra ninguém? Agora sim to começando a gostar da idéia...
Antes de ir pra casa fiquei sabendo do que tinha acontecido com a Paulinha. Fiquei muito triste com td que ela e o Deco estão passando. Fui pra casa, ainda um pouco abismada. Sentei um pouco sozinha pra tentar digerir a história toda.
Muitos minutos depois, um pouco mais conformada, resolvi começar o meu "Para Casa".
Peguei um caderninho velho que utilizei algumas vezes pra colocar alguns pensamentos vagos e uma caneta BIC, cuja carga estava quase no fim. Eu sempre quis acabar com a carga de uma BIC. Quem nunca quis acabar com a carga de uma BIC ou usar até o fim uma borracha daquelas brancas que têm a capinha verde?
Empolgada com a possibilidade de deixar vazia a pobre caneta, abri o caderno e começei..."Diário de bordo"...
"Diário de Bordo".
Um título, bom começo.
Mas e depois?
Lembrei-me que o único diário de bordo que eu havia lido fo um que meus amigos da facul escreveram no carnaval em Votuporanga. Não mto criativo, com mtos ditados populares e piadinhas do tipo "eu como maça, Marília Pera", "eu tomo chá gelado, Clark Kent". Apesar da repetição, devo confessar que dei boas risadas! Muitas páginas com "acontecimento, desenrolo, conclusão". Com certeza o efeito de certos "líquidos embelezantes", como diriam eles, contribuiu para a formação daquele diário.
Sem mais divagações, voltei ao meu "Diário de Bordo". Quando fui me concentrar e pensar no que escrever lembrei do Niltão. Ele dizia: "escreva sem pensar, escreva sem parar, assim vc não dará chances ao seu crítico interior".
Hum....escrever sem pensar e sem parar...Vamos lá...
Minha caneta BIC estava quase tocando a folha do meu caderno.
"Trimmmm", "trimmmmm".
Meu celular.
"Alô, Rá?". "Alô?".
Era meu primo Raoni. Não ouvi nada do que ele disse, então resolvi ligar na casa dele. Minha madrinha atendeu e me disse que o Rá estava no camping ainda. Então vieram as palavras que ainda hj ecoam em minha cabeça...
"Carol, o Patrick sofreu um acidente"...
Pausa.
Aquela pausa que dispensa que o final da frase seja dito...
"Carol, o Patrick sofreu um acidente...e ele morreu".
O que? Morreu? Como assim morreu? Acabou? É isso? Acidente? Acidente do que? De carro?
Puta que pariu, caralho, filho da puta, vai tomar no cú, desgraçado!
Desculpa mãe. Eu também acho horrível mulher que fala palavrão, mas minha indignação e tristeza se exteriorizaram assim.
Liguei pro meu primo, ele e o Patrick eram amigos de faculdade. Domingo passado mesmo, no dia das mães, eu estava vendo as fotos de formatura do Rá e quando vi uma foto dele com o Patrick comentamos como ele era uma pessoa boa. Ele era mto agradável. Aquele tipo de gente que logo que vc conhece vc se sente a vontade e parece que são amigos há anos, sabe?
MORTE...esse tipo de coisa me revolta. Com tanta gente ruim no mundo, a morte escolhe as pessoas boas? De boa essa tal de morte não tem nada!
A indignação que senti hj foi bem parecida com a que senti alguns anos atrás em uma apresentação no Boldrini. Ao ver aquelas crianças inocentes, com uma vida toda pela frente, definhar em virtude do câncer, me revoltei. Meu coração deu um nó. Um nó que nem o pranto desatou. Um nó misto. Tristeza, revolta e mtas dúvidas. Sim, muitas d´puvidas.
Pq essas crianças?
Pq leucemia?
Pq metástase?
Pq o Patrick?
Pq a Paulinha?
Muitas pessoas dizem que o mundo está perdido. Que as pessoas mudaram seus valores. Que o bolso é mais importante que o coração. Que o "eu" é mais valioso que o "nós".
Será que essa loucura humana contagiou Deus? Será que os valores Dele tb estão inertidos?
Com todas essas questões, com todos os meus pensamentos inacabados, não tive condições de começar o meu "Diário de Bordo", nem de pensar no teatro, na música ou no bosque.
Apenas após 4 dias de noites mal dormidas, trabalhos inacabados e um pouco de introspecção foi que consegui começar o meu "Para Casa".
O primeiro dia de diário foi rabiscado em um chalé no meio do mato. Confesso que o ar puro da montanha, o cheiro da natureza e o canto doa pássaros me inspiraram a princípio.
Contudo, mesmo diante de toda essa beleza, a única coisa que consegui foi colocar alguns acontecimentos e pensamentos. Tudo muito desorganizado.
Um título e quatro páginas de total desorganização...já é um começo...
Ah, consegui também acabar de vez com a minha BIC!
Naturez, um título, quatro páginas de pensamentos desorganizados, e uma carga de BIC esvaziada.
Eu diria que é um bom começo para uma iniciante.
B.
22/05/2008
Diário de Bordo 1
Quarta-feira, 11/06/08 – 15:20
Vou começar pelo começo da semana até porque não consegui escrever nos dois últimos dias como havia previsto, estou passando por um momento difícil em relação aos meus estudos, não sei se talvez por causa do tempo que fiquei sem estudar, mas não consigo resolver os exercícios e isso me desanima de continuar....tenho medo de não atingir meus objetivos...já na terça madruguei e ralei pra valerno plantão...horas de pé, dor nas pernas e nas costas,no final do dia não tive fôlego pra ir à aula...fui pra casa e capotei....hoje, quarta, tomei uma agulhada na gengiva logo cedo, meu, mais que a dor, foi a puta aflição daquela agulha vindo na direção da minha boca, e depois aquele barulinho de mini-serra elétrica cortando minha gengiva...fora o arrombo no bolso...
agora, escrevendo o início do meu diário, aguardo meu pai pra irmos fazer revisão no meu carro, nossa, ao mesmo tempo que tenho um conforto absurdo são muitos gastos, e às vezes até penso em voltar a andar de busão, ainda mais agora sem emprego fixo, foda ter que ter esse gastos, é como se fosse uma família...e por enquanto não sei o q escrever...ah, tem uma pomba na minha janela, confesso que tenho um pouco de nojo de pombas, mas a principio é o único contato que tenho com a natureza nesse momento e isso é bom, pombas me lembram a Angel...no fundo ouço o barulho da tv ligada na sala e do portão abrindo, deve ser meu pai...até os próximos “dez minutos”...
T.
Vou começar pelo começo da semana até porque não consegui escrever nos dois últimos dias como havia previsto, estou passando por um momento difícil em relação aos meus estudos, não sei se talvez por causa do tempo que fiquei sem estudar, mas não consigo resolver os exercícios e isso me desanima de continuar....tenho medo de não atingir meus objetivos...já na terça madruguei e ralei pra valerno plantão...horas de pé, dor nas pernas e nas costas,no final do dia não tive fôlego pra ir à aula...fui pra casa e capotei....hoje, quarta, tomei uma agulhada na gengiva logo cedo, meu, mais que a dor, foi a puta aflição daquela agulha vindo na direção da minha boca, e depois aquele barulinho de mini-serra elétrica cortando minha gengiva...fora o arrombo no bolso...
agora, escrevendo o início do meu diário, aguardo meu pai pra irmos fazer revisão no meu carro, nossa, ao mesmo tempo que tenho um conforto absurdo são muitos gastos, e às vezes até penso em voltar a andar de busão, ainda mais agora sem emprego fixo, foda ter que ter esse gastos, é como se fosse uma família...e por enquanto não sei o q escrever...ah, tem uma pomba na minha janela, confesso que tenho um pouco de nojo de pombas, mas a principio é o único contato que tenho com a natureza nesse momento e isso é bom, pombas me lembram a Angel...no fundo ouço o barulho da tv ligada na sala e do portão abrindo, deve ser meu pai...até os próximos “dez minutos”...
T.
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