Quando escrevi aquele e-mail, pensei que teria de implorar pra que alguém me desse ouvidos. Pensei que não tivesse chance. Que seria algo improvisado e longe dos nossos ilimitados poderes. For we have always been the humble mighty. Eu gosto de pensar em nós como uma força motriz e quando eu recebi os e-mails de resposta, eu vi que tudo que precisávamos para reacender a nossa estrela era uma pequena fagulha. Nem toda vontade se concretizou, mas até aí eu sei que muita gente fala, mas poucos realizam. Eu sempre quis estar entre aqueles que fazem algo. Eu sempre desejei olhar pra trás e dizer: Essa é minha marca no mundo. Nosso trabalho é um legado no coração de gente que nem nos recordamos, mas o sonho continua e estamos de volta.
Desde que recomeçamos já reescrevi minha cena duas vezes. Tenho sonhado, mais do que lembro ter feito em toda minha vida. Tenho trabalhado mais. Tenho planejado mais. Conheci minha crítica interior (que é uma perua). Conheci minha sábia interior ( que é uma fada). Tenho uma cena nova cozinhando na cabeça. Lendas que saltam por minha boca em forma de refências. As músicas ronronam em meus ouvidos como conselhos de Bastet. Minhas heroínas reais de carne e osso ressurgem com notícias. Algumas boas, como a liderdade de Ingrid Bettancourt, outras nem tanto, como o câncer de Michiko Yamaoka.
Tudo que quero é que eu jamais volte a me calar... A mudez me deixa louca e inútil. Não vamos desistir até mudar. Vamos sacudir os alicerces do mundo. Atlas vai dançar a nossa música. Só nós podemos revolucionar o MUNDO, e vamos.
A Caixa de Pandora está aberta.
L.
quarta-feira, 9 de julho de 2008
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Um comentário:
Nossa Li, vc disse tudo.
O que temos é especial, é único.
Começamos com sussurros, mas aos poucos nossa voz estará ecoando por todos os cantos.
Amo o que fazemos cada dia mais!
B.
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